Pastor Ronaldo Reis

“…Desse evangelho fui constituído pregador, apóstolo e mestre.”
É imperativo e natural que preguemos o evangelho. Proclamar o evangelho deve ser nosso interesse nesta terra, e se refere à nossa responsabilidade.
No texto bíblico acima, afirma que ele, Paulo, fora designado pregador, apóstolo e mestre.
Designado é o sujeito indicado com precisão entre diversos outros, qualificado para o cargo. Paulo usa o ego enfático, sem ter dúvida, para expressar a sua sensação de surpresa consigo mesmo, por lhe ter sido conferido tamanho privilégio. Privilégio é uma lei excepcional em favor de um particular, um direito especial.
Neste sentido, o privilégio está no fato de poder construir pessoas e aperfeiçoar os salvos, já que tudo diz respeito a quem é edificado e nunca a quem edifica.
Quando nos referimos às três funções de, apóstolo, pregador e mestre, diz-se que, os apóstolos formularam o evangelho, os pregadores o proclamam como arautos, os mestres são os que instruem de forma sistemática acerca de suas doutrinas e implicações éticas decorrentes.
Apóstolo é um termo restrito no novo testamento, já que estes formularam o evangelho e por eles, legado à igreja. A fé apostólica neotestamentária é normativa para a igreja de todos os tempos e lugares.
Embora não haja apóstolos de cristo em nossos dias, certamente há pregadores e mestres, homens e mulheres chamados por deus para se consagrarem à obra da pregação e do ensino. Eu sou um destes privilegiados que, como obreiro, recebeu tamanha incumbência.
Fui criado em um lar evangélico, preparado desde muito cedo para exercer as funções de um ministro do evangelho. Aos sete anos de idade comecei a cantar na igreja e despertar o interesse de quem me ouvia, já que uma criança que, para ser vista, precisava subir em uma cadeira e causava susto, não somente por seu tamanho, mas também pelo tamanho da voz. Cantei em cultos nos lares, nas ruas, nas praças, em igrejas e cresci buscando entender a vontade de deus.
Aos dezessete anos, gravei meu primeiro trabalho e alcancei o país e, cantar e pregar tornaram-se parte intrínseca de meu ser, sustentado pela vontade de deus e pela graça de Deus. Fui criado no temor de Deus, amigo de privilegiados homens de Deus e por estes treinados. Meu pai, minha mãe e avó me ensinaram as escrituras e, tudo isso me fizeram desenvolver-me como chamado e, fui chamado para pregar e ensinar o evangelho.
Vivo uma geração que não vive de apologia, mas que busca um fato maior e mais importante que ela mesma, e por isso questiona. Questiono-me e questiono sempre, como questionei a minha consagração ao pastorado, e tive resposta: ”não é dos fortes a vitória, nem dos que correm melhor. Mas dos fiéis e sinceros. Mas quem não se questiona, não é um chamado, mas um oferecido.
Devo assumir a minha parte de sofrimento pelo evangelho, enquanto comunico este evangelho, fazendo uso de velhos métodos ou procurando novos caminhos para torná-lo conhecido por todo o mundo. Minha tríplice responsabilidade perante o evangelho de cristo é, guardá-lo fielmente, difundi-lo ativamente, sofrer corajosamente.

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Category: CANTORES

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